Pode parecer uma bobeira do cotidiano... mas de certa forma marcou este domingo que não sabe se quer ser chuvoso ou ensolarado.
Hora do almoço, volto do supermercado.
Espero o elevador na portaria do prédio.
Mais 2 mulheres chegam. Às vezes, com uma delas, troco aquelas típicas palavras de elevador: "Tá calor hoje né?", "Como vai a família?", entre outras que você deve conhecer.
Dentro do elevador é aquele clima constrangedor, mas este assunto merece um post a parte.
Fica pra outro dia. Olha o foco Samanta.
Então, no elevador a senhora me pergunta:
- Tudo bem com você, mocinha?
Pausa dramática. Sério, pareceu uma eternidade. Acho que pensei em centenas de coisas durante esse tempo. Até que respondi involuntariamente:
- Ah, tô bem sim.
E voltamos para o silêncio constrangedor do elavador. E dentro de mim um silêncio inquieto.
Um comentário:
Quando eu entro no elevador, eu dou risada.
Mas eu nem sei qual é a graça.
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